Estudo Apocalipse 15 – A Justiça de Deus e a Punição dos Ímpios

Apocalipse 15.3B

O capítulo 15 do Livro do Apocalipse, na Bíblia, descreve uma visão do céu que precede a série de sete taças da ira de Deus. Nesta visão, João testemunha sete anjos com as sete últimas pragas, que marcam o fim dos julgamentos divinos sobre a Terra.

No céu, ele observa uma visão de vitoriosos redimidos que triunfaram sobre a besta e sua imagem. Eles estão diante do mar de vidro, vestidos de roupas brancas, segurando harpas e louvando a Deus. Essa cena é uma visão de consolação e esperança para os fiéis, que serão preservados da ira de Deus.

Além disso, o Templo de Deus é aberto no céu, e os sete anjos recebem sete taças cheias da ira divina. À medida que eles derramam essas taças na Terra, ocorrem juízos devastadores que trazem destruição e sofrimento. Esta seção do Apocalipse enfatiza a justiça de Deus e a punição dos ímpios, enquanto os fiéis são protegidos.

O capítulo 15 de Apocalipse é uma parte importante do livro, preparando o terreno para a revelação das sete taças da ira e o desenrolar dos eventos que antecedem a segunda vinda de Cristo e o estabelecimento do Reino de Deus. É um lembrete da importância da fidelidade e da confiança em Deus, mesmo em meio a circunstâncias adversas.

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Apocalipse 15

Os sete flagelos

Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus.

Os remidos entoam o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro

Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus;

e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo:

Grandes e admiráveis são as tuas obras,

Senhor Deus, Todo-Poderoso!

Justos e verdadeiros são os teus caminhos,

ó Rei das nações!

Quem não temerá

e não glorificará o teu nome, ó Senhor?

Pois só tu és santo;

por isso, todas as nações virão

e adorarão diante de ti,

porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.

Deus envia os flagelos

Depois destas coisas, olhei, e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do Testemunho,

e os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro.

Então, um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, que vive pelos séculos dos séculos.

O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos.

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