Provérbios 10 é um capítulo do livro de Provérbios na Bíblia, que oferece uma série de ensinamentos sobre a sabedoria e a conduta correta. Ao longo deste capítulo, encontramos uma variedade de provérbios que abordam diferentes aspectos da vida cotidiana e oferecem conselhos sábios para viver de forma justa e prudente.
Uma das principais mensagens transmitidas é a importância de agir com retidão e integridade. O capítulo enfatiza que as pessoas justas desfrutam da bênção do Senhor, enquanto os perversos enfrentam consequências negativas. Também é destacada a importância de usar palavras sabiamente, pois as palavras dos sábios trazem vida e bênção, enquanto as palavras dos tolos causam destruição.
Além disso, o capítulo fala sobre a importância do trabalho árduo e da diligência. Aqueles que trabalham diligentemente colherão frutos, enquanto a preguiça leva à pobreza e à falta. Também é destacada a generosidade, mostrando que o Senhor abençoa aqueles que compartilham com os necessitados.
Outro tema abordado em Provérbios 10 é a sabedoria dos justos, que é contrastada com a tolice dos tolos. A sabedoria é apresentada como um caminho para a vida e a tolice como um caminho para a destruição. O capítulo encoraja a busca constante pela sabedoria e adverte contra a arrogância e o orgulho.
Em resumo, Provérbios 10 nos ensina a importância da retidão, da sabedoria e da diligência em nossas vidas diárias. Ele nos convida a agir com integridade, a cuidar das palavras que proferimos, a trabalhar arduamente e a buscar a sabedoria. Ao seguir esses ensinamentos, podemos encontrar bênçãos e prosperidade em nossa jornada.
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Provérbios 10
1 Provérbios de Salomão. O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe.
2 Os tesouros da impiedade de nada aproveitam, mas a justiça livra da morte.
3 O Senhor não deixa ter fome o justo, mas rechaça a avidez dos perversos.
4 O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se.
5 O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha.
6 Sobre a cabeça do justo há bênçãos, mas na boca dos perversos mora a violência.
7 A memória do justo é abençoada, mas o nome dos perversos cai em podridão.
8 O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios vem a arruinar-se.
9 Quem anda em integridade anda seguro, mas o que perverte os seus caminhos será conhecido.
10 O que acena com os olhos traz desgosto, e o insensato de lábios vem a arruinar-se.
11 A boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos perversos mora a violência.
12 O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.
13 Nos lábios do prudente, se acha sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de senso.
14 Os sábios entesouram o conhecimento, mas a boca do néscio é uma ruína iminente.
15 Os bens do rico são a sua cidade forte; a pobreza dos pobres é a sua ruína.
16 A obra do justo conduz à vida, e o rendimento do perverso, ao pecado.
17 O caminho para a vida é de quem guarda o ensino, mas o que abandona a repreensão anda errado.
18 O que retém o ódio é de lábios falsos, e o que difama é insensato.
19 No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente.
20 Prata escolhida é a língua do justo, mas o coração dos perversos vale mui pouco.
21 Os lábios do justo apascentam a muitos, mas, por falta de senso, morrem os tolos.
22 A bênção do Senhor enriquece, e, com ela, ele não traz desgosto.
23 Para o insensato, praticar a maldade é divertimento; para o homem inteligente, o ser sábio.
24 Aquilo que teme o perverso, isso lhe sobrevém, mas o anelo dos justos Deus o cumpre.
25 Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso, mas o justo tem perpétuo fundamento.
26 Como vinagre para os dentes e fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
27 O temor do Senhor prolonga os dias da vida, mas os anos dos perversos serão abreviados.
28 A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá.
29 O caminho do Senhor é fortaleza para os íntegros, mas ruína aos que praticam a iniquidade.
30 O justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a terra.
31 A boca do justo produz sabedoria, mas a língua da perversidade será desarraigada.
32 Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos perversos, somente o mal.