Estudo Provérbios 14 – A Importância da Sabedoria e a Atitude dos Tolos

Provérbios 14.1

Provérbios 14 discute temas como a importância da sabedoria, a atitude dos tolos e a busca pela retidão.

O capítulo começa enfatizando a importância da sabedoria, destacando que uma pessoa sábia constrói sua própria casa, enquanto o tolo a destrói. A sabedoria traz prosperidade e segurança, enquanto a falta de discernimento leva à ruína.

Também é abordada a questão da língua, destacando que as palavras dos tolos trazem a destruição, enquanto os lábios dos sábios são fonte de vida. O capítulo alerta sobre as consequências das palavras imprudentes, incentivando a pensar antes de falar.

Além disso, Provérbios 14 explora a atitude dos tolos. Eles zombam do pecado, são imprudentes e confiam em si mesmos. Por outro lado, os sábios têm conhecimento e temem ao Senhor. Eles escolhem seguir o caminho da justiça e da integridade, buscando agradar a Deus.

O capítulo também destaca a importância de cuidar dos pobres e necessitados. Ser compassivo e generoso é visto como um ato de justiça, enquanto desprezar os necessitados é uma ofensa a Deus.

Em resumo, Provérbios 14 apresenta uma visão abrangente sobre a sabedoria, a tolice, a importância das palavras e a atitude correta diante de Deus. É um convite para buscar a sabedoria divina e viver uma vida reta, praticando a justiça e demonstrando compaixão para com os outros.

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Provérbios 14

1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.

2 O que anda na retidão teme ao Senhor , mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.

3 Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.

4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.

5 A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.

6 O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.

7 Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.

8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.

9 Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.

10 O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.

11 A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.

12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

13 Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.

14 O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.

15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.

16 O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.

17 O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.

18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.

19 Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.

20 O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.

21 O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.

22 Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.

23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.

24 Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.

25 A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.

26 No temor do Senhor , tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.

27 O temor do Senhor é fonte de vida para evitar os laços da morte.

28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.

29 O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.

30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.

31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.

32 Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.

33 No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.

34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.

35 O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.

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