Estudo Provérbios 26 – O Perigo de se Envolver em Contendas Tolas

Provérbios 26.4

O texto apresenta uma série de parábolas e metáforas que transmitem valiosas lições para a vida cotidiana. Entre os temas abordados, estão a tolice da preguiça e o perigo de se envolver em contendas tolas.

O capítulo também enfatiza a importância da prudência ao tratar de questões delicadas e revela como o falar de maneira precipitada pode gerar problemas e conflitos.

Além disso, Provérbios 26 adverte sobre a tolice daqueles que se consideram sábios, mas que não aplicam a sabedoria em suas ações. São destacados os perigos de confiar em pessoas insensatas e de agir impulsivamente, sem pensar nas consequências.

O texto ressalta a importância de corrigir e disciplinar aqueles que erram, bem como a necessidade de reconhecer a sabedoria daqueles que a possuem.

Em suma, o capítulo Provérbios 26 traz uma riqueza de ensinamentos atemporais, convidando o leitor a refletir sobre suas próprias atitudes e a buscar a sabedoria como guia para uma vida mais plena e bem-sucedida.

Ele nos lembra de que nossas palavras e ações têm consequências, e que a busca pelo conhecimento e pela prudência é fundamental para vivermos uma vida virtuosa e gratificante.

———

Provérbios 26

Como a neve no verão e como a chuva na ceifa,

assim, a honra não convém ao insensato.

Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo,

assim, a maldição sem causa não se cumpre.

O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento,

e a vara, para as costas dos insensatos.

Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia,

para que não te faças semelhante a ele.

Ao insensato responde segundo a sua estultícia,

para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.

Os pés corta e o dano sofre

quem manda mensagens por intermédio do insensato.

As pernas do coxo pendem bambas;

assim é o provérbio na boca dos insensatos.

Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas,

assim é o que dá honra ao insensato.

Como galho de espinhos na mão do bêbado,

assim é o provérbio na boca dos insensatos.

10 Como um flecheiro que a todos fere,

assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.

11 Como o cão que torna ao seu vômito,

assim é o insensato que reitera a sua estultícia.

12 Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos?

Maior esperança há no insensato do que nele.

13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho;

um leão está nas ruas.

14 Como a porta se revolve nos seus gonzos,

assim, o preguiçoso, no seu leito.

15 O preguiçoso mete a mão no prato

e não quer ter o trabalho de a levar à boca.

16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos

do que sete homens que sabem responder bem.

17 Quem se mete em questão alheia

é como aquele que toma pelas orelhas um cão que passa.

18 Como o louco que lança

fogo, flechas e morte,

19 assim é o homem que engana a seu próximo

e diz: Fiz isso por brincadeira.

20 Sem lenha, o fogo se apaga;

e, não havendo maldizente, cessa a contenda.

21 Como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo,

assim é o homem contencioso para acender rixas.

22 As palavras do maldizente são comida fina,

que desce para o mais interior do ventre.

23 Como vaso de barro coberto de escórias de prata,

assim são os lábios amorosos e o coração maligno.

24 Aquele que aborrece dissimula com os lábios,

mas no íntimo encobre o engano;

25 quando te falar suavemente, não te fies nele,

porque sete abominações há no seu coração.

26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano,

a sua malícia se descobrirá publicamente.

27 Quem abre uma cova nela cairá;

e a pedra rolará sobre quem a revolve.

28 A língua falsa aborrece a quem feriu,

e a boca lisonjeira é causa de ruína.

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