Estudo Salmos 66 – Ação de graças

Salmos 66.20

O Salmo 66 é um salmo de ação de graças, no qual o salmista expressa sua gratidão a Deus por suas bênçãos e maravilhas. Ele começa chamando todos os habitantes da terra a se juntarem a ele em louvar a Deus e cantar seus louvores. O salmista então descreve a grandeza e o poder de Deus, lembrando de suas obras maravilhosas e milagrosas.

O salmista também fala sobre a maneira como Deus os testou e refinou como prata em um forno. Ele agradece a Deus por tê-los levado através de águas profundas e por tê-los trazido a um lugar de fartura. O salmista reconhece que Deus respondeu às suas orações e que ele os ouviu quando clamaram por ajuda.

O salmista também descreve sua devoção a Deus e seu compromisso em cumprir seus votos. Ele enfatiza que Deus é santo e justo, e que somente aqueles que vivem uma vida reta e justa podem se aproximar dele.

O salmo termina com o salmista louvando a Deus por sua bondade e misericórdia, e exortando todos a continuar louvando e dando graças a Deus. O salmo é um lembrete de que Deus é digno de louvor e adoração, e que ele responde às orações de seus fiéis. É uma expressão de gratidão e devoção, e um convite a todos para se juntarem em louvor a Deus.

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Salmos 66

1 Aclamai a Deus, toda a terra.

2 Salmodiai a glória do seu nome, dai glória ao seu louvor.

3 Dizei a Deus: Que tremendos são os teus feitos! Pela grandeza do teu poder, a ti se mostram submissos os teus inimigos.

4 Prostra-se toda a terra perante ti, canta salmos a ti; salmodia o teu nome.

5 Vinde e vede as obras de Deus: tremendos feitos para com os filhos dos homens!

6 Converteu o mar em terra seca; atravessaram o rio a pé; ali, nos alegramos nele.

7 Ele, em seu poder, governa eternamente; os seus olhos vigiam as nações; não se exaltem os rebeldes.

8 Bendizei, ó povos, o nosso Deus; fazei ouvir a voz do seu louvor;

9 o que preserva com vida a nossa alma e não permite que nos resvalem os pés.

10 Pois tu, ó Deus, nos provaste; acrisolaste-nos como se acrisola a prata.

11 Tu nos deixaste cair na armadilha; oprimiste as nossas costas;

12 fizeste que os homens cavalgassem sobre a nossa cabeça; passamos pelo fogo e pela água; porém, afinal, nos trouxeste para um lugar espaçoso.

13 Entrarei na tua casa com holocaustos; pagar-te-ei os meus votos,

14 que proferiram os meus lábios, e que, no dia da angústia, prometeu a minha boca.

15 Oferecer-te-ei holocaustos de vítimas cevadas, com aroma de carneiros; imolarei novilhos com cabritos.

16 Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem ele feito por minha alma.

17 A ele clamei com a boca, com a língua o exaltei.

18 Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido.

19 Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração.

20 Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça.

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