Estudo Salmos 35 – Castigo dos adversários

Salmos 35.27

O Salmo 35 é uma oração de confiança e proteção, composta por Davi, rei de Israel. Nele, ele clama ao Senhor para defendê-lo dos inimigos que o perseguem sem motivo.

Ele pede que o Senhor os confunda e os faça recuar, e que proteja sua vida. Davi reconhece que é o Senhor quem livra os aflitos e o protege, e expressa sua gratidão por sua bondade.

Além disso, ele lamenta a injustiça de seus inimigos e pede justiça divina. O Salmo 35 é um exemplo de coragem e confiança em Deus, mesmo diante de dificuldades.
———

Contende, Senhor , com os que contendem comigo; peleja contra os que contra mim pelejam.
Embraça o escudo e o broquel e ergue-te em meu auxílio.
Empunha a lança e reprime o passo aos meus perseguidores; dize à minha alma: Eu sou a tua salvação.
Sejam confundidos e cobertos de vexame os que buscam tirar-me a vida; retrocedam e sejam envergonhados os que tramam contra mim.
Sejam como a palha ao léu do vento, impelindo-os o anjo do Senhor .
Torne-se-lhes o caminho tenebroso e escorregadio, e o anjo do Senhor os persiga.
Pois sem causa me tramaram laços, sem causa abriram cova para a minha vida.
Venha sobre o inimigo a destruição, quando ele menos pensar; e prendam-no os laços que tramou ocultamente; caia neles para a sua própria ruína.
E minha alma se regozijará no Senhor e se deleitará na sua salvação.
Todos os meus ossos dirão: Senhor , quem contigo se assemelha? Pois livras o aflito daquele que é demais forte para ele, o mísero e o necessitado, dos seus extorsionários.
Levantam-se iníquas testemunhas e me arguem de coisas que eu não sei.
Pagam-me o mal pelo bem, o que é desolação para a minha alma.
Quanto a mim, porém, estando eles enfermos, as minhas vestes eram pano de saco; eu afligia a minha alma com jejum e em oração me reclinava sobre o peito,
portava-me como se eles fossem meus amigos ou meus irmãos; andava curvado, de luto, como quem chora por sua mãe.
Quando, porém, tropecei, eles se alegraram e se reuniram; reuniram-se contra mim; os abjetos, que eu não conhecia, dilaceraram-me sem tréguas;
como vis bufões em festins, rangiam contra mim os dentes.
Até quando, Senhor, ficarás olhando? Livra-me a alma das violências deles; dos leões, a minha predileta.
Dar-te-ei graças na grande congregação, louvar-te-ei no meio da multidão poderosa.
Não se alegrem de mim os meus inimigos gratuitos; não pisquem os olhos os que sem causa me odeiam.
Não é de paz que eles falam; pelo contrário, tramam enganos contra os pacíficos da terra.
Escancaram contra mim a boca e dizem: Pegamos! Pegamos! Vimo-lo com os nossos próprios olhos.
Tu, Senhor , os viste; não te cales; Senhor, não te ausentes de mim.
Acorda e desperta para me fazeres justiça, para a minha causa, Deus meu e Senhor meu.
Julga-me, Senhor , Deus meu, segundo a tua justiça; não permitas que se regozijem contra mim.
Não digam eles lá no seu íntimo: Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo! Não digam: Demos cabo dele!
Envergonhem-se e juntamente sejam cobertos de vexame os que se alegram com o meu mal; cubram-se de pejo e ignomínia os que se engrandecem contra mim.
Cantem de júbilo e se alegrem os que têm prazer na minha retidão; e digam sempre: Glorificado seja o Senhor , que se compraz na prosperidade do seu servo!
E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia.

Salmos 35:1-28

 

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