Estudo Provérbios 17 – Ensinamentos sobre as relações humanas e a conduta adequada

Provérbios 17.1

Provérbios 17 é um capítulo do livro bíblico de Provérbios que oferece uma série de ensinamentos sobre a sabedoria, as relações humanas e a conduta adequada. Neste capítulo, o autor destaca a importância de manter uma conduta justa e aprimorar a sabedoria em todas as áreas da vida.

O capítulo começa abordando a questão da moralidade, enfatizando a necessidade de agir com integridade e evitar o mal. Também destaca a importância de ser paciente, controlar a raiva e promover a paz em nossos relacionamentos. A sabedoria é retratada como um tesouro valioso, que traz benefícios duradouros e nos ajuda a lidar com os desafios da vida.

O capítulo também discute a importância de escolher corretamente nossas amizades e evitar a companhia de pessoas perversas. Ele nos adverte sobre os perigos de dar ouvidos a fofocas e de agir precipitadamente sem considerar as consequências.

Além disso, o capítulo aborda a questão da família, ressaltando a importância de honrar os pais e buscar a harmonia nos laços familiares. Também enfatiza a necessidade de tratar os outros com respeito e bondade, independentemente de sua posição social.

Em suma, Provérbios 17 nos ensina valiosas lições sobre moralidade, sabedoria e relacionamentos. Ele nos lembra da importância de cultivar uma conduta justa, buscar a sabedoria e valorizar os relacionamentos saudáveis. Ao aplicarmos esses ensinamentos em nossa vida diária, podemos colher os frutos da paz, da prosperidade e da harmonia nas diversas áreas de nossa existência.

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Provérbios 17

Melhor é um bocado seco e tranquilidade

do que a casa farta de carnes e contendas.

O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha

e, entre os irmãos, terá parte na herança.

O crisol prova a prata, e o forno, o ouro;

mas aos corações prova o Senhor.

O malfazejo atenta para o lábio iníquo;

o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.

O que escarnece do pobre insulta ao que o criou;

o que se alegra da calamidade não ficará impune.

Coroa dos velhos são os filhos dos filhos;

e a glória dos filhos são os pais.

Ao insensato não convém a palavra excelente;

quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!

Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá,

e para onde quer que se volte terá seu proveito.

O que encobre a transgressão adquire amor,

mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos.

10 Mais fundo entra a repreensão no prudente

do que cem açoites no insensato.

11 O rebelde não busca senão o mal;

por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele.

12 Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos

do que o insensato na sua estultícia.

13 Quanto àquele que paga o bem com o mal,

não se apartará o mal da sua casa.

14 Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda;

desiste, pois, antes que haja rixas.

15 O que justifica o perverso e o que condena o justo

abomináveis são para o Senhor, tanto um como o outro.

16 De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria,

visto que não tem entendimento?

17 Em todo tempo ama o amigo,

e na angústia se faz o irmão.

18 O homem falto de entendimento compromete-se,

ficando por fiador do seu próximo.

19 O que ama a contenda ama o pecado;

o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.

20 O perverso de coração jamais achará o bem;

e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.

21 O filho estulto é tristeza para o pai,

e o pai do insensato não se alegra.

22 O coração alegre é bom remédio,

mas o espírito abatido faz secar os ossos.

23 O perverso aceita suborno secretamente,

para perverter as veredas da justiça.

24 A sabedoria é o alvo do inteligente,

mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.

25 O filho insensato é tristeza para o pai

e amargura para quem o deu à luz.

26 Não é bom punir ao justo;

é contra todo direito ferir ao príncipe.

27 Quem retém as palavras possui o conhecimento,

e o sereno de espírito é homem de inteligência.

28 Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio,

e o que cerra os lábios, por sábio.

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