Estudo Salmos 104 – A Grandeza da Criação Divina

Salmos 104.33

O Salmo 104 é um poema que celebra a grandeza e a beleza da criação divina. Este Salmo retrata Deus como o criador de todas as coisas, descrevendo a natureza e os seus elementos como obra das mãos de Deus.

O poema começa com uma invocação a Deus, reconhecendo a sua grandeza e poder. O Salmo então descreve a criação, começando pela luz e pelo céu, passando pelas águas e pela terra, até chegar aos animais e seres humanos. Em cada um destes elementos, o Salmo destaca a sua beleza e a sua importância na criação divina.

Um dos aspectos mais interessantes deste Salmo é a forma como ele retrata a relação entre Deus e a criação. O Salmo mostra que Deus não é apenas o criador da natureza, mas também o seu sustentador. O Salmo descreve como Deus providencia para todas as criaturas da terra, alimentando-as e dando-lhes o que precisam para sobreviver.

O Salmo 104 é também um poema que celebra a diversidade da criação divina. O poema descreve a grande variedade de criaturas que habitam a terra, desde os animais mais simples até os mais complexos. O Salmo mostra que cada uma destas criaturas é única e importante para a criação divina.

Por fim, o Salmo 104 é um poema que celebra a glória de Deus na criação. O poema destaca a forma como a criação revela a grandeza e o poder de Deus, e como ela aponta para a sua sabedoria e amor. O Salmo convida-nos a contemplar a criação divina e a louvar a Deus por tudo o que ele fez.

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Salmos 104

1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor ! Senhor, Deus meu, como tu és magnificente: sobrevestido de glória e majestade,

2 coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina,

3 pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por teu carro e voas nas asas do vento.

4 Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros, labaredas de fogo.

5 Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não vacile em tempo nenhum.

6 Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as águas ficaram acima das montanhas;

7 à tua repreensão, fugiram, à voz do teu trovão, bateram em retirada.

8 Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado.

9 Puseste às águas divisa que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra.

10 Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes;

11 dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede.

12 Junto delas têm as aves do céu o seu pouso e, por entre a ramagem, desferem o seu canto.

13 Do alto de tua morada, regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras.

14 Fazes crescer a relva para os animais e as plantas, para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão,

15 o vinho, que alegra o coração do homem, o azeite, que lhe dá brilho ao rosto, e o alimento, que lhe sustém as forças.

16 Avigoram-se as árvores do Senhor e os cedros do Líbano que ele plantou,

17 em que as aves fazem seus ninhos; quanto à cegonha, a sua casa é nos ciprestes.

18 Os altos montes são das cabras montesinhas, e as rochas, o refúgio dos arganazes.

19 Fez a lua para marcar o tempo; o sol conhece a hora do seu ocaso.

20 Dispões as trevas, e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva.

21 Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento;

22 em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis.

23 Sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até à tarde.

24 Que variedade, Senhor , nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas.

25 Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes.

26 Por ele transitam os navios e o monstro marinho que formaste para nele folgar.

27 Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo.

28 Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens.

29 Se ocultas o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao seu pó.

30 Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra.

31 A glória do Senhor seja para sempre! Exulte o Senhor por suas obras!

32 Com só olhar para a terra, ele a faz tremer; toca as montanhas, e elas fumegam.

33 Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.

34 Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no Senhor .

35 Desapareçam da terra os pecadores, e já não subsistam os perversos. Bendize, ó minha alma, ao Senhor ! Aleluia!

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